O Bom e o Mau Selvagem

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Folk Metal

Uma das razões pelas quais eu não acredito em darwinismo é a seguinte: tente jogar um homem dentro de um zoológico em que todos os animais estão fora das jaulas. Dê-lhe um prato com aquele bife steak americano. Observe. Não precisa ser um gênio da biologia para chegar a uma conclusão razoável, ainda que se dê margem a outras probabilidades. Infelizmente (ou não), o mito do Tarzan pertence mais à literatura fantástica do que ao mundo real. Continue lendo

Classe Média: Emergentes e Submergentes

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Rei do Camarote

O retrato típico de certa sub-categoria de classe média (a emergir) no Brasil é ter alguém chamado “Paola” dizendo com boca grande, afetando humildade, que faz “análise há dez anos”. Lastimável. Claro, não uso o prefixo “sub” aqui para designar espécie, mas como subdivisão taxonômica de classe… biológica. Vocês sabem: existem os pavões e existem os homens. E os (c)aptos e os mentecaptos têm se distinguido igualmente, ao longo do desenvolvimento da civilização.

Olha, eu não acredito em darwinismo e muito menos no Augusto Comte. Mas acreditaria, se me dissessem que a humanidade passa na verdade por um processo irreversível de subdesenvolvimento mental. Ou que a famigerada “Seleção Natural”, um ente etéreo dos sacerdotes materialistas, selecionasse na realidade os menos aptos e mais burros. Se bem que a classe média, sob os auspícios dos socialistas, tende mesmo a desaparecer… Então…

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Pílulas Crônicas 5.0

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Roceiros

* Soube recentemente que o Boko Haram quer converter todo mundo ao Islamismo dizimando 2000 pessoas na Nigéria e explodindo garotinhas indefesas em prédios. Uau! E eu que pensava que religião tinha que ser aquela coisa chata de ir a uma igreja se confessar e ficar rezando; pelo visto existe um culto mais descolado que segue as últimas tendências do nosso frenético mundo contemporâneo.

* Quando eu jogava GTA San Andreas e matava todo mundo que não fazia minha vontade, mal podia adivinhar que estava mais próximo de Deus. Claro. Apenas uma mente iluminada alcançaria tal revelação. Continue lendo

Pílulas Crônicas 4.0

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Capacete

 

* Teve gente que veio me perguntar sobre o andamento do Terceiro Capítulo de Nerávia. Perguntam-me também sobre meu processo de criação, o qual acham espantoso. Não sei como outros escritores fazem, mas eu trabalho com 70% de planejamento e 30% de improviso. Quero dizer que eu já tinha um rascunho do que fazer com o Terceiro Capítulo bem antes de começá-lo. E sei também o que fazer, em linhas gerais, com o Quarto e o Quinto Capítulo: neste eu vou continuar narrando a infância do protagonista, enquanto naquele eu pretendo descrever o Palácio dos Deuses e as Idades antigas.

* Eu vinha dizendo que o Terceiro Capítulo seria o mais contundente e violento dentre aqueles que escrevi. E será. Para se ter uma ideia, como fonte de inspiração eu tenho ouvido muitas bandas escandinavas de Black e Death Metal, como Burzum, Bloodbath e Blood Red Throne. A tendência a partir de agora é abandonar o tom lírico/melancólico (elegíaco) que predominava e adentrar nas trevas densas de uma Nerávia em ruínas.

* Não digo que vai ser uma obra épica, mas apenas para não soar presunçoso. Afinal, como escapar do épico um enredo que foca numa guerra civil em que estão implicados deuses e homens? Ao menos os motivos o são. Continue lendo