O Macho-Zeta

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Perseu

Perseu, arquétipo do “macho-zeta”.

No mundo natural, uma série de comportamentos comuns a mais de uma espécie de animal nos induz a acreditar que existe uma forma primitiva de organização social, decorrente de processos e interações biológicas que escapam, ao menos em parte, aos nossos desígnios. Inclusive entre os mamíferos inteligentes -ou seja, nós. Assim, em geral, no microcosmos de uma tribo ou bando (ou qualquer outra designação de coletivo, como alcateia, manada etc.), nós temos o macho que lidera e possui todas as fêmeas do grupo e temos os demais machos, os quais se resignam a seguir as determinações do chefe, até que tenham a oportunidade de detroná-lo ou formar outro grupo.

Aos machos que lideram e exercem o poder, no mundo selvagem, nós chamamos de alfas. Aos outros, que se distinguem daqueles apenas quanto ao nível de desenvolvimento e em razão da ausência de oportunidades, nós denominamos de betas.

Mas o homem, único ser vivo cultural a pisar sobre a superfície do planeta, embora não subverta os limites da Natureza crua, também não se deixa delimitar por ela. Em respeito a sua própria natureza. Enquanto o leão da savana só pode se valer de sua força física como meio de exercer o poder sobre outros de sua espécie, não somos restringidos por um único método de controle social e, na maioria dos casos inclusive, a força coercitiva não chega a ser sequer eficiente. Desde os primórdios da civilização, os patriarcas têm dominado as rédeas do mundo não apenas por serem os donos dos meios de subsistência, mas também do saber que fundamenta e guia a vida em sociedade e da liderança que resiste, inflexível, às adversidades. E esses veneráveis líderes, ainda que debilitados pela velhice, continuavam sendo respeitados por seus comandados.

Enquanto elemento de coesão social, o poder do patriarca, desaparecido, assemelhava-se à dinâmica estruturante do mundo natural ao passo em que, paradoxalmente, distanciava o meio social da vida selvagem; não era pela força bruta que, a priori, ele dominava a tribo e a mantinha em equilíbrio, mas pela fomentação mesma da cultura, o engendramento de um espírito comum. É pela separação do mundo natural que nós mais nos aparentamos à harmonia que o rege. No outro extremo das sociedades humanas, menos distinto do universo das bestas e de sua classificação elementar, portanto mais contrário à lei natural, temos aqueles que exercem o poder não por mérito, mas por arbitrariedade. Nesse time estão gente do calibre de um Calígula e de um Nero, no campo da História, e de Francis Underwood e Roose Bolton, na ficção.

Dois tipos de líderes ficaram prefigurados na História: aqueles cujo ordenamento interior se espelhava na estrutura social (spoudaios), seja esta a família ou a “Pólis”, e aqueles que, reféns de seus instintos (vaidade, orgulho, luxúria etc.), espalhavam o caos e a discórdia entre os semelhantes. Na época contemporânea, ainda mais do que na Antiguidade degenerada, o conceito de macho-alfa se corrompeu às raias do absurdo, a ponto de não mais distinguirmos, entre os mais cínicos, onde começa o cachorro e termina o homem -ou, por outras palavras, onde começa o hipotálamo e termina o tubo digestivo.

Com efeito, seriam consideradas vícios humanos, em outras épocas, certas virtudes animalescas que os masculinistas de hoje exaltam no “homem-modelo”. O que hoje se chama de “macho-alfa” na verdade é uma paródia burlesca do homem íntegro que, em outros tempos, inspirava a gregos e troianos. O macho-alfa contemporâneo nada mais é do que um hedonista com um apetite voraz e específico pelo poder. Para sermos mais precisos, o nome mais apropriado para designar esse tipo de homem seria o de “macho-ômega”.

Referendando o que eu disse acima, sobre a aproximação entre o alfa humano degradado e o macho-alfa do mundo animal, as características do macho-ômega correspondem às de um homem desorientado, precisamente, pela busca desenfreada do acúmulo de posses materiais, de estímulos sensoriais e de status (o mais das vezes de maneira interconectada); muito assemelhado a um animal irracional. O macho-beta, ou “proto-ômega”, porque igualmente niilista e hedonista, atualmente seria aquele homem cuja personalidade não foi inteiramente desenvolvida ou que teve uma educação excessivamente à esquerda. Cumpre ressaltar que o fenômeno moderno (e, em muitos casos, natural) da quebra dos papéis sociais e estanques de homens e mulheres empurrou estas em direção a dilemas que eram exclusivamente nossos; portanto, também podemos falar com propriedade a respeito da existência de fêmeas-ômega e beta. Ocorre que, devido a uma diferença biológica e social, as chamadas fêmeas-ômega preferem exercitar seu fascínio pelo poder através da sedução, enquanto que os seus correlatos masculinos extraem seu prazer do sexo em si e do exibicionismo puro e simples; óbvio que personalidades egocêntricas e antissociais assim tendem a passar por inúmeros relacionamentos, uma vez que faz parte de seu “ideal” e, de qualquer forma, sua rasura psíquica não permite estabelecer vínculos mais profundos.

Eddard Stark, arquétipo do "macho-alfa".

Eddard Stark, arquétipo do “macho-alfa”.

Existem ainda verdadeiros alfas? Existem, mas são poucos, muito velhos (na maior parte) e estão em extinção. É fácil identificar um. Sempre que falecem, deixam muitas pessoas sem parâmetros morais e/ou intelectuais; sua liderança não é exercida por imposição (muitas vezes nem buscam esse papel), mas eles naturalmente se impõem por sua temperança, sabedoria, coragem e discernimento. A maioria das pessoas, a bem da verdade, se divide entre betas e zetas. Esta última, aliás, é uma categoria nova.

O conceito de macho-zeta foi cunhado, até onde eu saiba, pelo psicoterapeuta americano Paul Elam. Ele alega que é um acontecimento inédito na história humana, pois o perfil do macho-zeta surgiu em resposta a uma situação cultural específica, que nunca ocorrera antes. Num passado não muito distante, a sociedade era governada pelos homens em favor das mulheres, das crianças e das pessoas mais idosas; as esposas não precisavam trabalhar nem se alistar no Exército porque sua vida era a garantia da estabilidade e perseverança da sociedade e seus valores, constituindo-se o arrimo emocional do marido e dos filhos e o meio onipresente de transmissão da tradição à prole. Naturalmente talentosas para relações interpessoais, as mulheres acabavam sendo consideradas o pilar da instituição familiar; ademais, são as mulheres que se incumbem do maior dever biológico de carregar em seu ventre as novas gerações, enquanto que basta um único homem para provê-las do necessário para tanto. No entanto, as circunstâncias se alteraram na medida em que sociedade foi corrompida desde dentro por engenheiros sociais, exigindo uma contra-ofensiva.

Os termos alfa e beta pertencem ao alfabeto grego e se referem, respectivamente, a sua primeira e segunda letra. A nomenclatura era um indicativo da prevalência do primeiro tipo de macho sobre o segundo, tanto no estudo da fauna quanto nas teorias masculinistas. A última letra grega a ganhar conotação teórica nesse campo investigativo, como bem sabemos, é o ômega, uma invenção muito atual utilizada, pelo menos por mim, para identificar uma variação corrompida do antigo alfa, mais próxima do mundo animal, desumanizada. Quanto ao termo zeta, ele não faz referência à posição que ocupa no referido alfabeto, relativamente às outras letras (e homens), mas a uma constelação conhecida como Zeta Persei.

Zeta Persei remonta diretamente a Perseu, primeiro dos heróis gregos e favorito de Atena, a deusa ateniense da guerra e da Justiça. O semideus grego é mais conhecido por ter derrotado a temível medusa, a qual todos logo associam a um famoso monstro mitológico, uma das três górgonas. Porém, o que há de profundo a propósito de medusa, para os fins deste estudo, é o que dela temos ignorado: era originalmente uma mulher de aparência muito bela que se regozijava com sua própria beleza e se divertia seduzindo os homens por mero entretenimento; como punição, Atena a transformou num ser de bela aparência, mas com uma cabeça cheia de serpentes (bastante simbólico, aliás).

Paul Elam gosta de associar o mito a uma análise psicanalítica que identifica, no ato da decapitação de medusa, um processo de libertação da mente masculina do estereótipo de pureza do sexo oposto, relacionado subconscientemente à figura maternal e assexuada; nas suas próprias palavras, “a Medusa representa a castração na mente de uma criança, relacionada ao descobrimento e a posterior negação da sexualidade maternal”. Como desprezo a psicanálise, prefiro me ater a uma interpretação mais sólida, cognitivamente sóbria e filosoficamente depurada, embora rica de simbolismos também. Para mim, o ato heroico do homem superior e contemporâneo está diretamente relacionado ao empenho protetor de tudo aquilo cuja beleza e ordenamento têm estado, em nossa sociedade, sob ameaça do que é torpe e aleivoso, num confronto aberto através do qual se faz necessário o uso das armas do próprio inimigo, na ausência de defesas próprias (negadas pelo meio social ou negligenciadas pela cultura). Também significa a necessidade de superar tudo aquilo que, em razão de seu encantamento ou do temor que nos inspira, nos paralisa sem poder, em verdade, nos limitar ou atingir. No âmbito exclusivo da dinâmica entre sexos, há inúmeras implicações; dentre as quais a compreensão de que o corpo e a alma feminina pertencem ao homem ao qual são entregues, desde que ele saiba anular os meandros de irracionalidade do sexo oposto. Em suma, o homem zeta, espelho e apóstolo de Perseu, está empenhado em transformar e se deixar transformar por sua areté, em nome da invencível Justiça e, consequentemente, da prosperidade humana.

Frank Underwood, arquétipo do "macho-ômega".

Frank Underwood, arquétipo do “macho-ômega”.

É o modelo que mais se aproxima do macho-alfa original, praticamente um fóssil, mas também é um novo paradigma que se distancia bastante dos alfa dos últimos séculos e que se mostra diametralmente oposto ao que podemos chamar de macho-ômega. Costumamos atribuir ao feminismo a culpa pela crise da masculinidade, mas a verdade é que os machos-alfa das últimas centúrias eram, eles mesmos, versões muito atenuadas de seus ancestrais, em virtude da prosperidade material crescente e do embotamento cultural; então não é o feminismo a causa, mas a consequência da crise da masculinidade. Ocorre que, como seus direitos de propriedade e seus valores estavam assegurados pela sociedade civilizada, em sua assepsia de conflitos, o homem moderno foi aos poucos negligenciando suas funções de marido e pai, as quais “terceirizou” à dinâmica mesma da sociedade, e se aproximando de uma vida pública que se tornava cada vez mais inócua e massificada, com conflitos comezinhos e pontuais. O Pai delegou sua autoridade ampla, motivo da esterilidade atual nas mais variadas ramificações da vida em comunidade (arte, política, filosofia etc.). A sociedade moderna foi se automatizando a ponto de reduzir a moralidade a regras de manual, mecânicas, enquanto as pessoas perdiam substância, evidentemente, ao se fiarem em soluções acidentais e fantasiosas. As coisas eram de certa maneira porque, segundo eles, deveriam ser… era o “processo histórico” e nada podia ser feito, a não ser usufruir da “primavera dos tempos”. Essa mentalidade progressista e evolutiva (em amplo sentido), alienada da vida em comunidade e, no fundo, hedonista, amoleceu o nosso caráter e fez surgir aberrações, sem solapar na base o irremovível da natureza humana; foi assim que veio à luz o macho-ômega, a regra que não podia ser completamente igual nem diferente daquilo que ela era na sociedade patriarcal.

Antigamente, os patriarcas obedeciam aos desígnios de Deus com firmeza e determinação, conduzindo suas famílias por meandros quase nunca serenos, em oposição perigosa a um meio hostil a tudo que fosse reto. Foi assim com Pai Abraão e Pai Noé. Foi mais ou menos assim até ontem. Hoje em dia, um sujeito aparece na televisão e dá suporte à filha que posou nua para uma revista masculina, porque ele quer receber a aprovação de meia dúzia de progressistas; não é mais o pai que instrui e, se possível, endireita o caminho dos filhos, até recobrarem a razão, mas são os filhos que põem uma “coleira” em seus progenitores. E, em certo sentido, têm mesmo razão: quem tem medo de cara feia e abana o rabo pra receber osso não passa de um cão. Os filhos, perdidos no mundo, são apenas nômades existenciais reagindo à paternidade sonsa e molenga. Ao simulacro de paternidade. Às miragens no deserto sem fim do pós-moderno.

Os ômega tomaram para si a prerrogativa dos machos-alfa, dos quais apenas os zeta são legítimos herdeiros. Mas os zeta não são afeiçoados a direitos políticos, porque o clamor das novas multidões, simples massas, nada acrescenta a sua areté formidável. Não são mais imperadores, reis, barões e duques, os quais foram substituídos por gerentes da burguesia. A nova geração a despertar tem se deparado com um mundo sem muralhas e valores definidos dos quais ela se cria a legítima guardiã; o zeta que toma consciência de si sabe que vive em meio aos escombros do que outrora fora uma civilização, devastada por uma guerra tácita a nossa cultura; como o combate se trava na arena de Morfeu e em cerco, nada resta a ser protegido senão suas mulheres, filhos e o seu próximo. Nada resta senão a prontidão cerrada. Com efeito, não é de liderança o papel que lhe incumbe, no sentido tradicional, mas o de professor e exemplo, último bastião de resistência aos novos vândalos do mundo cristão e patriarcal. O zeta é o homem comum, consciente e honesto, o intrépido guerreiro ronin cujo único daymiô se “reduziu”, agora, a Deus. De certa forma, no entanto, vivemos um crepúsculo de Termópilas no qual voltamos à condição árida da aurora dos primeiros patriarcas. Mas não haverá novos Dilúvios.

Todavia, a toda noite tenebrosamente sem estrelas se sucede uma manhã resplandecente, úmida e pura aos olhos de uma sensibilidade rejuvenescida pelo orvalho de um ontem vetusto. O homem é o responsável pela fecundação do mundo. Portanto, se a natureza dos entes explica sua constituição íntima e sua finalidade igualmente, o surgimento dos zetas não é obra do acaso nem se deve a um processo de evolução -antes pertence à Lei do Logos, a raison d’être. O zeta surgiu num contexto sócio-cultural que o torna pura Potência disruptiva; é aquele que almeja chegar conscientemente ao limiar de sua existência física, intelectual e espiritual a serviço de uma Ordem absoluta, a seiva que, ao se encontrar subjacente a todas as eras épicas, transcende as suas formas transitórias.

***

OBS:

1. Eu não sou masculinista. Ainda que o fosse, me recuso a falar em nome de alguém que não seja de mim mesmo. Detesto qualquer tipo de ativismo e não protejo os direitos de ninguém, senão daqueles aos quais fui encarregado, pela vida, de conduzir. Se alguém teve seus direitos violados e não soube responder à altura, talvez mereça seu destino. Não é que eu não seja “humano”: apenas não sou ONG nem babá de ninguém. Não sou advogado de causas nem de grupos; sou um proclamador de ideias que fala a quem se dispõe a ouvir -e a agir por si mesmo.

2. Paul Elam e Stefan Molyneux são contrários à aristocracia e são praticamente anarquistas. São excessivamente pró-indivíduo. Eu não. Isso significa, entre outras coisas, que suas classificações do homem moderno têm um viés claramente político e valorativo. Embora seja interessante em certo sentido, prefiro uma taxonomia sócio-biológica -como fica evidente no texto acima.

3. A maioria dos masculinistas que conheço, inclusive Paul Elam, são contrários ao casamento. Quase sempre por razões financeiras. Eu não penso o mesmo.

 

 

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7 comentários sobre “O Macho-Zeta

    • David Spranger

      Não sei se você reparou, mas eu não sou de esquerda. Desprezo o mito do “bom selvagem”. Para mim, o homem só pode se formar plenamente na vida em sociedade -veja que ironia -em contato com a coletividade. Não existe indivíduo mononuclear; a própria ideia de individualidade exige a perspectiva de conjunto. Como dizia Aristóteles, o homem que vive como eremita só pode ser uma besta ou um deus.

  1. EURONYMOUS

    Tanto o ZETA como a MEDUSA tem algo em comum, representam o que é rejeitado pela sociedade. Por mais que haja feminismo, as mulheres aceitas pela civilização sempre serão mulheres ATENA, submissas a um ALFA, geralmente psicopata, pois vivemos num mundo psicopaticos, onde os ZETAS estão literalmente presos a um sistema injusto, a um mundo injusto. A diferença do ZETA para o BETA, é que o ZETA se recusa a fazer o que a sociedade diz que é moral e certo, quando dizem pro ZETA ”seja homem de verdade” ele diz ”não, obrigado”. Enquanto o BETA defende o atlantismo, o mundo ocidental governado pela elite de Alfas, alfas que vão desdos bilionarios psicopatas ate os alfas empresários, maçons, ricos em geral, os ZETAS são os que, um exemplo brasileiro, levantam a bandeira azul do SIGMA contra as elites que governam o mundo, mesmo que o ZETA saia derrotado no final, é uma derrota com orgulho. Nesse ponto a MEDUSA, mulher que pensa de forma livre, se torna exatamente o tipo de mulher a qual o ZETA deve admirar, não falo aqui de relacionamento, romances, amor, coisas de beta. Falo que as pessoas que tem algo em comum, mesmo sendo de sexos opostos, nao precisam seguir padrões que a sociedade consideram como moral e certo. Quando falo ”’levantar a bandeira azul” foi uma metafora para todos os movimentos de terceira via, de oposição aos alfas que governam o mundo, e os betas que sao a massa de conformistas roboticos, o beta nada mais é do que o alfa cultural. Logo o conceito de ZETA não se resume ao individualismo, visto que o individualismo como sistema economico se restringe aos alfas e betas, onde o ZETA é EXCLUÍDO. O ZETA não deve pensar no individualismo do capital, defendido por olavo de carvalho, e sim o individualismo em relação a cultura, pois a cultura é o meio pela qual os alfas governam o mundo, esse o motivo deles odiarem a Síria por exemplo, por ser um Estado Laico, e terceira via. Falei de uma maneira muito subjetiva, mas hoje em dia essa é a minha idéia do que ZETA significa, uma vez que não me iludo mais com o liberalismo, que exclui desajustados sociais como os ZETAS. Só um sistema de terceria via, pode favorecer o excluído de um país, pois se opoe ao monopolio de empregos dos alfas e alfas culturais(betas) e se opoe ao internacionalismo e pragas que vem de outras terras a mando desses alfas.

    • David Spranger

      Eu não sei se você reparou, mas sua interpretação não tem nada a ver com aquilo que defendo no texto -aliás, chega a ser diametralmente oposta. Tudo que defendo no texto na verdade se refere a uma sociedade altamente hierarquizada e patriarcal, com fundamentos cristãos, em oposição à degenerescência que corrói o mundo em que vivemos.

  2. EURONYMOUS

    SÃO LOOPS NO MEU CEREBRO QUE ME FAZEM COMENTAR FAZER COMNETARIOS DO TIPO. DEPOIS ME ARREPENDO. PEÇO PRA APAGAR, TA RIDICULO. EU TENHO ME FORÇADO A ME CONTROLAR

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