Socialist Anthem

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Barack Obama canta o hino da URSA (União das Repúblicas Socialistas da América). Abaixo, uma visão panorâmica dos escandalosos impostos que o governo federal cobra da gente para financiar nossos maravilhosos serviços públicos essenciais, como o SUS, a USP e as Escolas do MEC.

Trabalho e renda – você sabia que, para cada 12 meses de trabalho, o brasileiro gasta em média 5 deles só para pagar impostos? Sabemos que, nos meses que temos “só para nós”, a maioria da população compra apenas o suficiente para se manter. É como se você trabalhasse de graça quase metade de um ano inteiro a serviço de um governo coercitivo que, a propósito, nos devolve lavagem como retribuição. Sem qualquer hipérbole: nossas condições financeiras e de liberdade são quase idênticas às de um escravo do século XIX, sujeito aos desmandos do capitão do mato e às demandas absurdas de um senhor de engenho tirânico. Vivemos sob a égide da Semi-Lei Áurea.

Imposto sobre produtos – segundo uma estimativa que fiz sobre informações que adquiri, do valor total que pagamos por produtos do dia a dia, cerca de 40% fica com o Estado. Ou seja, para cada 10 reais que um cidadão comum gasta no supermercado, 4 o governo toma à força para financiar showzinhos de 2 milhões do Luan Santana, o casamento de 5 milhões da Preta Gil e para pagar mensalões e petrolões da vida -o que resta ele dá de esmola através de Bolsa Família e serviços xexelentos de saúde, educação, transporte etc. É como se você comprasse um bolo de chocolate para dividir com sua família, cortasse-o em 5 pedaços e tivesse que dar dois deles, à força, para um estranho.

O equivalente ao PIB – o chamado Produto Interno Bruto é, a grosso modo, a soma anual de toda grana gerada pela nação. Sabe o quanto desse dinheiro fica retido nos cofres do governo? Um pouco mais do que um terço. Isso quer dizer que, de tudo aquilo que receberam, e suaram e se esforçaram as pessoas que você conhece (e todas as outras no Brasil), durante o ano inteiro, uma boa parte vai para o orçamento dos políticos.

Imposto de Renda – há pouco tempo atrás, somente trabalhadores com renda média de seis salários mínimos ou mais tinham que pagar imposto de renda. Hoje em dia, essa obrigatoriedade atinge trabalhadores que recebem quase três salários mínimos por mês (R$ 2.234,71). Se continuar assim, até mesmo caixa de supermercado, que recebe pouco mais de 800 merréis por mês, vai ser devorado pelo leão insaciável. Uma metáfora que se aproxima bastante do sentido denotativo. Outro dia meu irmão estava fazendo compras e a caixa que o atendeu disse, lamentando, que não tinha condições sequer de comprar os alimentos do mês. Ou seja, o governo tira a renda de trabalhadores que nada tem a fim de pagar esmolas a pessoas cuja única atividade relevante é se reproduzir que nem coelho ou praticar crimes (o auxílio-reclusão subiu para R$ 1.089,72 em 2015).

Orçamento da USP – você sabia que a Universidade de São Paulo, a maior do país, custa aos seus bolsos a bagatela de 5 bilhões de reais ao ano? É o equivalente a 1/6 mais ou menos do PIB de Trinidad e Tobago. No entanto, o Brasil fica atrás até mesmo de Trinidad e Tobago no tocante à qualificação profissional, em recente pesquisa. E nós ainda temos que ouvir, da boca de uma das mais eminentes professoras da referida instituição (pessoa à qual pagamos cerca de 15 mil por mês), que a classe média brasileira é uma aberração. É como se você contratasse alguém a peso de ouro para educar seu filho, não tivesse o mínimo retorno e ainda ouvisse desaforo de quem empregou.

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