Pílulas Crônicas 6.0

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impeachment

* Antigamente eu queria muito ganhar um Prêmio Jabuti ou entrar na ABL. Quem sabe até ganhar um Nobel. Hoje em dia eu não dou mais a mínima. Não sei explicar exatamente o porquê. Além de não confiar tanto em minhas capacidades literárias, não acredito mais na idoneidade e no preparo de críticos brasileiros. Também creio que não serei lido por meus conterrâneos; meu estilo literário, justamente nos meus melhores momentos, é assaz distante dos populares e conservador para os acadêmicos.

* Eu gosto de dinheiro, mas rejeitaria qualquer reparo editorial que comprometesse minha liberdade criativa. Sou o tipo de sujeito que teria coragem de queimar milhões bem na frente de quem me oferecesse essa quantia como suborno. Eu poderia usar o dinheiro sujo para o bem, mas sou vaidoso demais; eu teria uma enorme satisfação em queimar, sabe-se lá, mesmo 10 milhões de reais em cash, só para ter o prazer de enxergar a perplexidade no olhar do corrupto.

* Ouvi dizer que o PMDB estava por trás da campanha de impeachment de Dilma Rousseff. Não me espantaria. O PMDB é um partido sem cara que aceitou fazer conluio com um partido sem caráter. De modo que, óbvio, vai acabar sendo engolido pela jiboia quem cria o réptil em casa até deixá-lo com 6m de extensão e faminto para além da conta. Jiboia não pica, mas sufoca.

* Antigamente eu defendia ferozmente o Aquecimento Global porque me parecia plausível, dentro da limitada perspectiva que eu tinha. Todo ano Friburgo verificava um aumento na temperatura média, e haviam se tornado mais frequentes as enchentes em dezembro ou janeiro. Então me parecia natural acreditar na mídia. Eu não tinha, naquela época, a noção de que é mais vulnerável às chuvas o rio de uma cidade cujo solo vai ficando cada vez mais impermeável. Tampouco acreditava que a urbanização podia provocar graves alterações num clima local.

* Hoje em dia eu sei que as variações de clima não podem ter causas antropogênicas. O clima é um fenômeno da macroestrutura. Os oceanos são os principais responsáveis por alterações de temperatura, combinados com milhões de anos de “gestação” climática e a ação direta do Sol. Eu é que era um burro -honesto e bem intencionado, mas ainda assim um burro.

* Esses esquerdismos estão cada vez mais ostensivos. Eu já disse que, se deixarmos jogos como Assassin’s Creed passarem sem oposição, estaremos criando gerações de degenerados. E cavando a cova da Civilização Ocidental.

* Aproveitando o ensejo: outro dia eu estava assistindo ao Alain Soral falar da Madonna. Disse tudo aquilo que eu queria dizer. Embora eu goste da música dela e da Lady Gaga, é bem verdade que a maluca ítalo-americana não passa de uma Velha Gagá. Alain não mede palavras e é preciso, sem ter medo de ser chamado de ultra-direitista ou antissemita. Quer saber: foda-se Kissinger e cia. E foda-se o FEMEN também.

* Recentemente eu vi uma feminista dizer que uma prostituta tinha mais dignidade do que uma mulher casada, porque ao menos uma recebia para fazer sexo. Se um casamento fosse apenas um “consórcio sexual”, eu concordaria ao menos em parte com ela. Mas os relacionamentos humanos são complexos, inclusive os eróticos. Tem raízes no dado físico, crescem com o particular humano (que pode estar intimamente atrelado a características de gênero e/ou à prole) e, com sorte, atingem a maturação espiritual. Às vezes tudo ocorre em sincronia e sintonia. Às vezes predomina um ou outro aspecto, a depender das circunstâncias. Em todo caso, trata-se da administração de recursos humanos, não apenas de necessidades hormonais e contas em banco. Então as feministas tem mesmo é que tomar no olho do cu.

* Por falar nisso, a Pirâmide de Maslow é uma realidade universal. E, muitas vezes, os diferentes níveis podem estar atuando concomitantemente. A bem da verdade, é o que ocorre na maior parte das vezes.

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