A Nova Ordem Mundial

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Nova Ordem Mundial

As pessoas costumam dizer que, na era da informação, só não aprende quem não quer. Não é bem assim. Se você tem excesso de dados, precisa selecionar os melhores e mais relevantes, a fim de compor um quadro coerente da situação do mundo atual. Senão corre o risco de ficar soterrado pela quantidade absurda de entulho mental que cai na Rede todo santo dia. Ninguém vai no lixão juntar informação para poder compreender o mundo. Todavia, às vezes um único livro na prateleira pode fazer uma diferença absurda entre a sofisticação das hipóteses e a inépcia pseudo-erudita e presunçosa.

É curioso notar como essas mesmas pessoas, entusiastas do globalismo e do multiculturalismo, “abertas” pra tudo, se mostram ao mesmo tempo muito céticas em relação a “Teorias da Conspiração”. Acreditar em Pomba-Gira, Astrologia, Meditação Transcendental ou Homeopatia, tudo bem; mas levar a sério teorias conspiratórias é o fim da picada. Pode observar que, quanto mais intrincadas e coerentes, menos dignas de crédito se tornam as hipóteses que tentam desmascarar as tramas de um “governo global invisível”. Um “governo global invisível”, para certas pessoas, é menos verossímil do que uma Mula Sem Cabeça. Não tem cabimento.

Eu sei perfeitamente bem que as Teorias da Conspiração ganham ares de paranoia e ficção científica quando ouvimos (ou lemos) que a família Bush é reptiliana ou que Michele Obama na verdade é um travesti. Mas pense bem. Não seria interessante tirar o foco das investigações ou plantar contra-informações, fomentando o descrédito, se você fosse culpado e dispusesse de meios para ludibriar ou desqualificar seus opositores? Igualmente interessante e tentador seria fazer uso desses mesmos recursos, se você os tivesse, para exercer um controle sem resistência sobre uma grande massa de pessoas. Pode ser que muitos dos teóricos da conspiração estejam mais fantasiando do que chegando à raiz do problema; mas também é fato que os Institutos Tavistock e Rand, associados a grandes mídias televisivas e financiados sempre por um punhado de impérios dinásticos, realizam pesquisas sempre direcionadas ao controle mental dos indivíduos; afinal, quem vence o outro psicologicamente, não tem que enfrentar sua oposição intelectual e muito menos bélica.

Quem estuda História sabe que, quanto mais um governo acumula poder, mais tentado se torna a querer controlar a vida de seus governados em cada mínimo aspecto; como Kafka e Huxley nos advertiram, a alta burocratização e a distância efetiva entre a vida dos cidadãos comuns e a tomada de decisões políticas deixa uma grande margem de segurança para que os poderosos se sintam tentados pelo próprio poder que possuem. Não falo apenas em teoria. O senhor Al Gore, por exemplo, que se arvora grande ambientalista em tese, na prática comprou uma mansão à beira-mar, na Califórnia, durante a época em que filmava “Uma Verdade Inconveniente”.

Se não está convencido, apenas imagine alguém que pudesse se passar por invisível: ele provavelmente faria o que fosse de seu agrado, sem estar preso a escrúpulo algum. Platão mencionava algo assim, na “República”. Numa democracia liberal, onde o financiamento de campanha e a propaganda demagógica são fatores decisivos, aqueles que detêm o dinheiro são os mesmos que retêm o poder -ainda que manipulando marionetes políticas ou midiáticas.

Quais são os livros fundamentais para entender a NOM?

Um desses livros é a Fenomenologia do Espírito, de Hegel. Folhear algumas páginas dessa obra, cotejando com a realidade circundante, é mais do que suficiente para perceber o impacto que esse tipo de pensamento teve sobre toda sociedade, direta ou muito indiretamente.

Não quero me aprofundar na análise da filosofia hegeliana e em seus desdobramentos teóricos, porque é um assunto por demais complexo. Importa trazer à tona as raízes dialéticas e os frutos ocultos da atuação política das altas elites. Nas altas hierarquias de sociedades secretas, de inspiração maçônica, os iniciados são considerados como seres superiores às demais pessoas, às quais eles chamam gojim (ou “gado”). Para eles, é perfeitamente ético fomentar conflitos bélicos entre países, se puderem auferir lucros políticos ou financeiros da situação. Para eles, é comum cindir os administradores por eles escolhidos para um país, ao criar uma falsa “oposição” à “situação”; assim, o povo é mantido em estado de estupor, com ilusão de livre-arbítrio; num segundo estágio, minada a capacidade de ter esperança, essa mesma população se torna vulnerável aos ditames que vêm dos senhores dos senhores de engenho. Os senhores precisam de seus seus escravos, e os escravos necessitam de seus senhores. Como eu disse, para a elite da elite, os demais seres humanos são apenas gado destinado à engorda, seja lá para que propósito os seus “donos” tenham em mente.

Quase todos os frequentadores de sociedades secretas são pessoas eminentes da sociedade aberta -e a maior parte deles é escolhida entre os ricaços. A razão é simples. O objetivo das sociedades secretas é atingir o poder, e o meio para alcançá-lo é, sem dúvida, financeiro.

Como eles concebem uma sociedade ideal? Uma sociedade perfeita para eles é um super-estado supranacional. Porque um Estado assim, à qual todas as nações aderissem, dissolveria os conflitos idiossincráticos de diferentes ideologias e culturas numa unidade sintética coesa e sem perturbações. Para alcançar semelhante estado de coisas, eles sabem que não poderão contar com o assentimento voluntário das pessoas, porque os Estados desejam soberania (assim como os indivíduos); então eles estimulam o conflito no seio da própria sociedade. Não falo apenas de negros contra brancos, mulheres contra homens e esse tipo de “conflito de classes” perpetrado por seus lacaios comunistas: refiro-me antes à articulação de um método epistemológico que fragmente a sociedade por inteiro e irreversivelmente. Se eles convencem cada qual de que sua mera opinião sobre a realidade é verdadeira, eles não permitem que haja verdadeira articulação de ideias; não permitindo essa dinâmica, banem o conhecimento; banindo o conhecimento, tornam as pessoas burras e egocentradas; esterilizando a capacidade intelectiva e política da população (ou da intelligentzia, melhor dizendo), mergulham a sociedade num caos cheio de torpor. É assim que eles entram em ação, organizando o mundo em cacos a seu bel prazer e lidando com adversários cognitivamente despreparados e, logo, impotentes.

Como tudo começou? Como vem se estendendo? Como vai terminar?

Começou com os Rothschild, uma família de banqueiros judeus que aterrorizou a Europa no século XIX. Através da trapaça, fizeram com que a Inglaterra por inteiro ficasse endividada em suas mãos, ao encobrir o resultado da batalha contra Napoleão.

Mais tarde eles aportariam nos EUA, uma nação economicamente ascendente e, portanto, livre dos desmandos de potenciais agiotas -como os Rothschild. O plano consistia em criar uma espécie de Banco Central Americano. Com isso eles queriam imprimir papel-moeda sem lastro e emprestá-la ao governo americano, com juros extorsivos. É isso mesmo que você ouviu: os banqueiros queriam dominar o FED, criar dinheiro do nada e vender ao povo americano a sua própria riqueza! Seria como se um falsário imprimisse dinheiro falsificado, emprestasse a você e, por fim, ainda lhe desse um golpe.

E não foi o pior. O governo dos EUA sofreu com inúmeras tentativas de assassinato de seus presidentes. E, óbvio, não foi por acaso, uma “coincidência”. Lincoln, Garfield, Kennedy e outros foram assassinados justamente porque se opunham ou ao FED americano ou aos planos a longo prazo da elite globalista.

Mas não foi apenas nos EUA que eles aprontaram. Todas as guerras mundiais foram fomentadas e financiadas por elites globalistas inescrupulosas. O Terceiro Reich de Hitler e o Comunismo Internacional dos bolcheviques foram tentativas provincianas e regionais de implementar, sobre todo o globo, uma espécie de governo mundial em seus próprios moldes. Mas, enquanto Hitler e outros socialistas queriam fazê-lo à base da força bruta, os socialistas fabianos e outros hegelianos mais sofisticados elaboravam seus planos maquiavélicos com mais cuidado e rigor. A Primeira e a Segunda Guerra Mundial, bem como os regimes da China e da URSS, foram experimentos em laboratório e investimentos financeiros e políticos de banqueiros, enxadristas macabros que não jogam para perder. Ao terminarem endividados com bancos e temerosos de novos conflitos bélicos entre nações empobrecidas, os líderes mundiais enfim consentiram na criação da Liga das Nações, primeiramente, e das Nações Unidas (ONU), logo após.

O próximo passo seria instituir efetivamente o Governo Mundial, que funcionaria de forma semelhante a todos os regimes autoritários da História, desde Roma até a URSS. Para tanto, eles têm elegido sucessivas marionetes para comandar os EUA da América e debilitá-lo desde dentro. Porque, quebrado os EUA, o mundo estará quebrado igualmente: caos total! George Bush Pai (Skull and Bones), Bill Clinton (Rhodes Society e Bohemian Grove) e George Bush Filho (Skull and Bones) foram todos bonecos de ventríloquo de seus mestres, aos quais prestaram fidelidade absoluta em seus rituais de iniciação em suas sociedades secretas. Barack Obama, um idiota doutrinado por comunistas, é apenas a cereja no bolo que os globalistas pretendem jogar na cara do eleitorado americano. E do mundo.

Enquanto isso, na Europa nós temos a União Europeia. Será suficiente declarar, a respeito dessa instituição, que ela opera num edifício construído à semelhança da Torre de Babel? Para quem não sabe, a Torre Babel foi construída para que, eliminadas as particularidades dos povos em nome de um projeto em comum, os homens alcançassem Deus.

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Endgame

A Queda da República

Os Illuminati

O Dinheiro como Dívida

P.S.: dê moral para os documentaristas e compre os vídeos, se for o caso e quando for possível.

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