Top 10 – As Vocalistas Mais GATINHAS do Metal!

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Voltamos ao assunto preferido da galera: ranking de mulher. É o tema que mais puxa leitor pro blog, segundo as estatísticas; estranhamente as pessoas pesquisam na internet por outras coisas além de estudo, compras e trabalho… como nunca fiz nada além de estudar na rede, não sei o que é isso (rs). Eu não queria voltar a fazer esses textos, mas já havia me comprometido a escrever mais um, dessa vez relacionado ao Metal. Aliás, existe um estranho preconceito fora do mundo do Rock. Muitas pessoas pensam que não existe mulher bonita no meio, o que é sinal de profunda ignorância. Basta dar uma olhada num show pra perceber que isso não passa de uma viagem. Ou de uma viadagem.

*** Sharon den Adel

10 – Sharon den Adel: é vocalista da banda de Folk/ Metal Sinfônico Within Temptation, uma espécie de Evanescence melhorado e com mais anos de carreira. O som da banda é, com efeito, bastante acessível. Ela é de origem holandesa e já possui incríveis 40 anos de idade neste exato ano em que vos falo! De difícil classificação vocal, é denominada de médio-soprano pelo consenso dos especialistas, embora ela nunca tenha frequentado escolas de música (!). Por inverossímil que pareça, 3 filhos já saíram desse corpo delicado.

Tracklist

Mother Earth – época em que eles tocavam um Metal menos comercial e com uma pegada Folk.

What Have You Done – a comparação com o Evanescence fica perfeitamente ilustrada aqui.

Frozen – típico exemplo de música prontinha pra tocar em rádio FM. Mas Sharon está demais.

*** Kristen Parker

9 – Kristen “Doc” Parker: é extremamente difícil encontrar qualquer material a respeito dela, vocalista da (ex?) banda canadense de Prog Death Wetwork. Eles não tem mais site (que eu saiba) e não lançam um novo material desde 2005. Certamente há mulher mais bela no meio (há muitas), mas eu quis destacar a Kristen porque, além de ser uma beldade, também foi a primeira que eu ouvi na vida usando vocal rasgado e em uma banda de Metal Extremo. Hoje é muito comum e, por incrível que pareça, faz parte do marketing da banda ter uma bela mulher na linha de frente, faça ela Death Melódico ou Metal Sinfônico; mas era uma raridade na época em que eu estava na faculdade ainda.

*** Maria Brink

8 – Maria Brink: parece atriz pornô, mas na verdade é vocalista de banda de Metalcore… Dou risada, mas o pessoal do Metalcore não conta muito com minha simpatia não. Eles normalmente gostam de fazer muita pose, seguir modinhas e posar de pós-punk agressivo e moderno. Se acham a nata da música extrema, e esse, na verdade, é o comportamento típico dos americanos: em termos artísticos ou esportivos, eles são de uma presunção infinita. Confesso que nunca tinha ouvido falar do In This Moment; mas a verdade é que a vocalista, a Lady Gaga do Metal, não poderia ficar de fora desta lista.

Tracklist

The Promise simplesmente não consigo entender o som desses caras. E os clipes são toscos.

Adrenalize – Maria Brink pagando de Lady Gaga.

Forever – único trampo deles em que eu ouvi o som fluir coeso, agradável como um todo.

*** Elize Ryd

7 – Elize Ryd: vocal limpo feminino do Amaranthe, uma banda sueco-dinamarquesa de Melodeath e Power Metal cujas músicas, a bem da verdade, eu nunca gostei. Mas apenas dentre as que ouvi, confesso; nunca procurei me aprofundar na audição desse pessoal. A verdade é que Elize, tal qual Maria no InThis Moment, chama mais atenção para a banda do que a música em si. O fato de ser gata demais ofusca as supostas qualidades artísticas do grupo e faz com que alcancem a incrível marca de 7 milhões de visualizações de um único clipe no Youtube. Isso é tão impressionante, em se tratando de uma banda de Death Melódico, que seria o equivalente ao pouso do homem em Marte.

Tracklist

Drop Dead Cynical – o mais próximo do Melodeath que eu ouvi da parte desses caras.

The Nexus – Elize puxa muito para o Pop e a massa sonora fica estranha.

Hunger a banda faz um som confuso e sem inspiração. Não gosto mesmo do Amaranthe.

*** Maria Kolokouri

6 – Maria Kolokouri (R.I.P.): eu queria mesmo achar uma bela vocalista feminina de Black Metal, mas quase desisti devido ao que conheço da cena. Black Metal é um sub-gênero metálico quase que exclusivamente masculino, e fãs do estilo normalmente apreciam se fechar em si e falar de coisas edificantes como corpse paint e “sodomização”… comportamento que, em geral, talvez soe confuso para o público feminino. Mas eis que encontro essa Maria, vocalista grega da banda Astarte, que eu desconhecia e é integralmente formada por fêmeas do sexo feminino, com vaginas reais (falo isso para diferenciar bem do blackhead típico). Pena que Maria morreu este ano.

*** Angela Gossow

5 – Angela Gossow: foi durante muito tempo a frontwoman de um famosíssimo grupo de Melodeath, o Arch Enemy, do igualmente célebre guitarrista Michael Amott. Somado ao gênio de Amott, a voz poderosa de Angela e seu carisma impressionante fizeram da alemã, ao lado de Tarja Turunen, uma das figuras femininas mais emblemáticas do underground e, quiçá, famosa mesmo no mainstream. De todos os vocais rasgados que já ouvi na vida, talvez os de Angela sejam os mais impressionantes de todos! O som do Arch Enemy é de fato muito bom, embora as letras antirreligiosas sejam um problema.

Tracklist

My Apocalypse aquela pegada fodona de uma banda major de Death Melódico!

Dead Eyes See No Future – performance ao vivo de um som que também é fantástico.

Revolution Begins – o controverso tema da Teoria da Conspiração.

*** Cristina Scabbia

4 – Cristina Scabbia: está na altura de seus 42 anos de idade… mas é uma típica beleza mediterrânea, vamos falar a verdade! Eu poderia ter colocado uma vocalista mais nova, mas seria para compor elenco; o lugar de direito da eterna voz do gótico é, no mínimo, este. Uma homenagem mais do que merecida! Ademais, não havia colocado nenhuma vocalista de Gothic Metal aqui e isso era algo que já estava me incomodando; afinal, foram as bandas góticas que abriram espaço, se não me engano, para a infiltração das musas líricas no mundo fechado do Heavy Metal. Gracia, Lacuna Coil!

Tracklist

I Forgive – a voz suave e agradável de Cristina em ação.

Swampe – letra deprimida, som pesado na medida e vocais soturnos. Boa música.

Enjoy the Silence – a voz sussurrante e sombria de Cristina em cover do Depeche Mode.

*** Simone Simons

3 – Simone Simonscantora lírica mezzosoprano da banda de Metal Sinfônico Epica. Como toda vocalista de banda sinfônica, ela tem uma puta de uma voz, belíssima. E é uma puta de uma ruiva, primeira e única da lista, e uma baita de uma gostosa. O Epica é uma banda de boa qualidade, toca bem, mas não faz o meu gênero. Voltando a Simone: ela nasceu nos Países Baixos (hmm…) e tem 29 anos de idade. Recusou a proposta da Playboy holandesa uma vez, alegando que não “se venderia”. Além de linda, tem belos valores; está de parabéns.

Tracklist

The Phantom Agony – Metal Sinfônico em ação.

Solitary Ground – momento solo de Simone Simons. Baladinha.

Unleashedtrampo mais pesado para ilustrar o ecletismo da bagaça.

*** Sabine Weniger

2 – Sabine Weniger: a controvérsia da lista. Não por Sabine ser quem é, mas por se encontrar na segunda posição. É uma questão de gosto pessoal, que acentua ou não o que a Natureza esculpiu. Não tem as curvas de algumas nem o rosto angelical de Simone, mas é muito mais “mulherzinha”, uma qualidade que pra mim conta muitos pontos. Devo confessar que, como vocalista de uma banda como o Deadlock, ela tem uma voz fina e meiga por demais. Mas seu defeito como vocalista de Melodeath ganha uma tonalidade agradável sob outra perspectiva. Aliás, a banda alemã de Death Melódico tem feito uma cagada atrás da outra em seus recentes álbuns de estúdio: precisam melhorar.

Tracklist

Code of Honor – gosto tanto da letra quanto da música. Melodeath de primeira.

Brutal Romance – performance ao vivo com presença do Johannes Prem.

10.000 Generations in Blood – da época em que eles faziam um som bem menos “acessível”.

*** Alissa White-Gluz 2

1 – Alissa White-Gluz: não é apenas a mais bela vocalista de Metal da atualidade, mas uma das mulheres mais bonitas que eu já vi. Deixou o The Agonist para realizar o sonho de cantar numa banda major da cena, o Arch Enemy; eu acho que ela se precipitou, porque os caras do Amott têm uma visão muito distorcida da realidade. Quero dizer, será que vale a pela abandonar amigos de estrada apenas pelo dinheiro e pelas zines? Eu também acho engraçado ela tocando com o Amott, porque, em comparação à Angela, ela é uma mulher muito feminina. Alissa tem uma peculiaridade técnica muito interessante e rara: canta muito bem com a voz limpa e seus vocais rasgados são sujos e vigorosos; além de tudo, alterna bem entre os dois, se lhe derem liberdade. 

Tracklist

Business Suit…  letra que fala da opressão… da moda! Deve ser composição de Alissa.

Nemesis – Alissa atacando de “Nemesis” ao vivo, já com o Arch Enemy.

Panophobiauma das razões pelas quais eu preferia Alissa na banda canadense.

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